terça-feira, 5 de julho de 2011

Sucker Punch – Mundo Surreal [Resenha]

Sucker Punch – Mundo Surreal


Nota: 5,0
Título original: Sucker Punch
Ano: 2011
Direção: Zack Snyder
Roteiro: Zack Snyder e Steve Shibuya
Elenco: Emily Browning, Abbie Cornish, Jena Malone, Vanessa Hudgens, Jamie Chung, Carla Gugino, Oscar Isaac e Jon Hamm.


Eu estava com muita vontade de ver esse filme pelos comentários na internet de que era totalmente voltado ao público nerd, e porque tem cinco gostosas usando roupas de couro e carregando metralhadoras por aí. Agora eu sei que é você que está com vontade de assistir.

Sucker Punch conta a história de Babydoll, uma menina que acabou de perder a mãe, que  deixou todos  os seus bens para ela e sua irmã. O problema é que ela tem um padrasto, que de olho na grana, faz com Babydoll mate sua irmã em um acidente e a interna em um hospício.

Já no hospício, ela começa a criar uma nova realidade em sua cabeça. O hospício é um cabaré, ela terá seu primeiro “cliente” em alguns dias, e terá que fugir. Ela se junta com mais quatro dançarinas do cabaré para achar cinco “itens” e conseguirem fugir todas as cinco.

Babydoll tem uma habilidade interessante: quando ela dança, ela hipnotiza os homens a sua volta, e se transporta para outro mundo. Em cada mundo tem um dos itens que ela precisa achar, e se consegui-lo ela volta para o cabaré. Notou alguma semelhança com algo? Sim, meus amigos, é uma clara referência aos bons e velhos games.

E a coisa parece tanto com um game, que no golpe contra o inimigo final do “primeiro mundo”, um cara na sala de cinema exclamou: “É o secreto dela!”. Outro exemplo é da luta delas com os zumbis nazistas (será que existe algo mais nerd que isso?), onde eu consegui imaginar aquelas cenas em um FPS.

Ah, e é bom ressaltar, que esses outros “mundos” também só existem na cabeça dela, ou seja, estão dentro da realidade do cabaré, que também só é imaginação dela. Complicado? Talvez, mas eu entendi facilmente.

As cenas de ação são muito estilizadas, e o visual dos cenários é incrível. Eu ficava com meus olhos brilhando cada vez que elas se transportavam.

A trilha sonora também é muito boa, com as músicas que tocam ao fundo condizendo perfeitamente com as cenas apresentadas, agindo como um complemento muito bem-vindo.

O final, embora tenha sido clichê e trazendo algo parecido com uma “lição de vida”, achei muito condizente com a história do filme, e acho que ele não podia ter acabado de outra forma.

Em resumo, esse é um dos melhores filmes que eu tive a oportunidade de assistir, que eu realmente recomendo.



1 comentários:

  1. Uma bela porcaria este filme isso sim. Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé. heuheuhuehueh

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