terça-feira, 5 de julho de 2011

Everybody Hates Chris




Acredito que a maioria dos brasileiros esteja familiarizada com essa série por causa das exaustivas reprises da Record (seria Chris o novo Chaves?), tamanho o sucesso da série. Logo, acho que não preciso me estender muito nessa introdução. Ou sim. Ou não mesmo.

Everybody Hates Chris conta (de uma forma surreal, e muito engraçada por sinal) a história da infância do comediante Chris Rock. A história toda começa com o primeiro dia de Chris na escola Corleone , que é muito afastada de sua casa e freqüentada somente por brancos. E assim se levam as aventuras do jovem Chris e sua cômica família.

Grande parte do humor da série se deve a piadas de diferentes raças (como negros, brancos, asiáticos e latinos). Além disso, ele consegue arrancar risadas com referências e críticas a personalidades americanas e a cultura americana em si. E ainda temos referências a algo que adoro: a cultura pop dos anos 80.

Isso aí! Tudo no seriado remete aos anos 80, ponto pro criadores por criar esse clima. Então espere referências a filmes como Star Wars, Rocky, De Volta Pro Futuro, além de séries da época, quadrinhos e outras coisas muito legais.

A trilha sonora também é composta de músicas famosas dos anos 80, e muito eclética, indo de artistas como Michael Jackson a Ozzy Osbourne. Destaque pra cena final da série, que é embalada por Livin’ On a Prayer, do Bon Jovi, e é uma das cenas mais legais que eu já vi em séries de TV.

A Narração é do próprio Chris Rock, o que rende tiradas rápidas e engraçadas, daquele tipo de piadas que ele adora fazer.

Além dos personagens principais (que seriam Chris e sua família), a série conta com vários coadjuvantes muito engraçados, como Golpe Baixo e o Greg, que acabam roubando a cena algumas vezes.

Como eu disse no parágrafo acima, os personagens principais são Chris e sua família, então vai um resuminho deles aí:

- Chris: Acho que posso defini-lo como “um típico nerd dos anos 80”. Além disso, ele sofre preconceito na escola por ser negro, e apanha de “valentões”. Sempre que tenta fazer alguma coisa, dá errado e ele se dá mal.

- Julius: É o patriarca da família, e meu personagem favorito. Ele é pão duro e chega a extremos para economizar (o que rende várias piadas pra série), além de ser controlado pela mulher.

- Rochelle: A mãe de Chris. Vive gritando e batendo em seus filhos. Ela é o que Chris classifica como “pobre e soberba”, já que tenta passar a Ideia de que é rica para as pessoas. Vive se demitindo dos seus empregos com a desculpa de que seu marido tem dois, piada que virou recorrente na série.

- Drew: É o irmão mais novo de Chris, mas mesmo assim parece ser mais velho que ele, além se ser maior, mais popular e melhor que ele em praticamente todas as coisas.

- Tonya: É  a irmãzinha “pestinha” de Chris e Drew. Vive entregando os erros de Chris e o importunando.

Essa é uma série muito legal, que tem temas surreais às vezes, mas que fazem a gente se identificar com ela, e que eu recomendo muito. E como já dizia aquela música que toca no final de cada episódio:

Everybody Hates Chris...”

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