sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

As Aventuras de Tintim [Resenha]

As Aventuras de Tintim


Título original: The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn 
Ano: 2011  
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Steven Moffat, Joe Cornish e Edgar Wright
Elenco: Andy Serkis, Jamie Bell, Daniel Craig, Nick Frost, Simon Pegg, Toby Jones e Cary Elwes.



Esse foi o primeiro filme em 3D que eu vi. Sério, nunca teve um filme que eu realmente quisesse ver e que fosse em 3D nas vezes que em que ia ao cinema. Até o dia em que fui ver esse filme.

Eu assistia Tintim quando criança. Tenho lembranças vagas do desenho, não me lembro de tramas ou momentos especiais. Eu fiquei com muita vontade de ver esse filme porque não é todo dia que se vê Spielberg, Peter Jackson e Andy Serkis juntos.

Para quem não sabe, Tintim é um jovem repórter que vive se envolvendo nas mais diversas aventuras. 
Dessa vez ele se vê no meio de um mistério envolvendo o lendário navio Licorne, e junto com seu cachorro Milu e o Capitão Haddock, vai fazer de tudo para desvendá-lo.

A parte técnica do filme é simplesmente demais. As animações são ricas, belas e mais realistas que as do desenho, mas ainda assim mantém as características marcantes dos personagens.

A trama se desenvolve de um jeito rápido e natural, e embora algumas cenas sejam previsíveis, ainda é gostoso acompanhá-las.

O humor é algo muito presente no longa. São piadas e situações cômicas que agradam crianças e adultos, e nesse quesito o Capitão Haddock rouba a cena com seu problema com a bebida.

O 3D não faz muita diferença em grande parte do filme, mas em algumas cenas de ação ele é muito bem utilizado, e faz valer o ingresso. Aliás, uma dessas cenas se alterna entre o passado e o presente, com Haddock narrando uma história. Pra mim essa é a melhor cena de todo o filme, um ótimo trabalho de direção.

Uma vez eu vi uma entrevista em que Spielberg e Peter Jackson se diziam grandes fãs de Tintim. É por isso que o filme é tão bem feito, tão bem pensado, e tratado com carinho. Isso o melhora muito, e o torna tão bom quanto é.

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