
Depois dos dois episódios espetaculares que abriram essa
temporada, Supernatural apresenta um terceiro episódio bem fraco.
Já começo falando que vocês podem ficar despreocupados, pois
The Girl Next Door não pecou no desenvolvimento da história da temporada (como
a sexta fazia direto), mas sim numa historinha de caça feita pro episódio, pois
ele mesclou essas duas.
Aliás, as melhores partes do episódio foram as que
desenvolveram a história. A fuga do hospital com a ajuda de Bobby (ele continua
vivo!) foi uma grande cena, e Dean com o gesso foi impagável. Além disso,
ficamos sabendo que os Leviatãs se infiltraram em alguns lugares e podem achar
os Winchester, se eles fizerem coisas como usar cartões de crédito.
E o Sam tá conseguindo controlar mais as ilusões. Espero que
não acabem logo com esse “recurso”, eu gostei muito dele.
Essas são as melhores partes do episódio. Depois disso, o
Sam vê no jornal algo que pode ter conexão com um antigo caso que ele investigou
muitos anos atrás.
O episódio tem uma série de flashbacks de Sam investigando
esse tal caso antigo, e ele começa até que bem, com ele passando as informações
pra Dean e o pai deles por telefone, e pedindo dicas de namoro pra seu irmão
mais velho. Mas eu já tinha sacado que a menina que ele estava a fim era um monstro
assim que bati o olho nela pela primeira vez. E pelo amor de Deus, aquele
negócio de “Ah eu quero ser diferente do meu pai” já encheu o saco.
Aliás, vale comentar aqui: o Sam é adora se envolver com
criaturas né? Primeiro teve aquela mulher lobo nas primeiras temporadas, depois
Ruby, e agora ficamos sabendo dessa tal Amy.
E no final eu me surpreendi com o Dean indo lá e matando a
Amy na frente do filho. Sei lá, mas não acho a cara dele fazer isso. Legal
mesmo foi ele dando um soco na cara do Sam por ele pegar o carro dele. Bem
merecido.
Não foi um episódio muito ruim, só foi (como eu disse lá em
cima) fraco. Talvez pela direção do Jensen Ackles, que não foi muito boa nesse
episódio. Mas acho que definitivamente, o maior culpado de eu não ter gostado
do episódio foi a história de Sam se achar uma aberração, que sinto a sensação
de ter visto outras cem vezes no seriado.

















Eu acho que a culpa não tenha sido do próprio Jensen, mas sim do roteirista desse episódio... Mas concordo com você esse episódio não foi lá um dos melhores...
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